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Não puniram os delegados Moais, o colega Gustavo Sotero cometeu uma barbárie no Porão do Alemão

Wilson Justo era pai, marido, colega advogado, irmão do rugby e um político em ascensão. Era tudo isso até ontem à noite, quando – segundo relatos – o delegado Gustavo Sotero sacou sua arma dentro do Porão do Alemão e, com quatro disparos, pôs fim à vida dele. O motivo relatado: o delegado acreditava que o Wilson estaria se engraçando para sua esposa. A incongruência: a esposa do próprio Wilson, que estava ao seu lado, foi também alvejada por mais outros tiros do delegado. A pergunta: qual a lógica de sair para beber e se divertir com uma arma na cintura? Todo mundo sabe que quem bebe acaba fazendo besteira. Com uma arma na mão, os arroubos ébrios viram tragédias. E agora, nem toda a indignação do mundo muda o que aconteceu. Descanse em paz, meu parceiro! Pelo pouco que vale, os que ficam lutarão pela pouca justiça (com jota minúsculo) que é possível diante do ocorrido.

Imagens: Daniel Daraújona 

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Um comentário

  1. Tem que ficar em casa com a mulher trancada já que ninguém pode olhar pra princesa. Não sabe brincar não desce pro play. Onde já se viu!!

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