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Sem decisão judicial definitiva Caapiranga está entregue a toda sorte de malversações

O Município de Caapiranga, a 134km de Manaus, está entregue, literalmente, as baratas e aos ratos. As ruas esburacadas, sujas e tomadas pelo mato mostram que o Município está sem comando.

O prefeito Antônio Ferreira Lima, o Pongó (PMDB) não mora no Município e não se preocupa com o bem-estar da população local. No início do ano, assinou um contrato com a empresa Construções e Transporte Cassiano LTDA – ME, CNPJ N.º 04.043.184/0001-28, no valor de quase meio milhão de reais (R$ 409.612,55) para serviços de recuperação e pavimentação asfáltica. Ninguém da empresa, até hoje, apareceu para realizar os serviços.

Está claro que é contrato de fachada, promovido sem licitação (Dispensa), pago com o dinheiro do Povo de Caapiranga, o que denota apenas uma forma de lavagem de dinheiro, onde o prefeito transfere o pagamento para o empresário que depois lhe devolveria em espécie.

O prefeito Pongó, em meio a uma briga política com o vice-prefeito Moisés Filho (PMDB), busca de forma desesperada, permanecer no cargo, com uma infinidade de ações judiciais, e já conseguiu, somente com o desembargador Airton Gentil, 3 liminares, além de 1 liminar com o desembargador Jorge Lins, para voltar ao cargo.

Enquanto não há um desfecho por parte da justiça, de quem realmente deve governar o Município, a população sofre com o descaso, com a sujeira, com os buracos.

Diante do problema, a Câmara Municipal de Caapiranga, criou uma Comissão para investigar as irregularidades. Porém, pasmem, o Prefeito Pongó não quer ser investigado, de forma nenhuma, e já está pedindo junto ao judiciário, mais uma liminar para barrar as investigações da Câmara.

Na última segunda-feira, (27/10) Pongó foi a reunião da Câmara peitar o vereador denunciante, tentando intimidá-lo, afirmando, na presença de todos, que dava dinheiro para o vereador Nailson Campos (PDT).

Virado no “Jiraya” o vereador Nailson retrucou o prefeito dizendo que os recursos que recebeu foram para atender pacientes de Caapiranga, em tratamento de saúde em Manaus.

O Ministério Público e a justiça precisam tomar uma atitude célere quanto a situação de Caapiranga. Não se pode permitir que situações tão gravosas com essas aconteçam, sem uma rápida e definitiva intervenção judiciária, para o bem do povo local que sofre as consequências. Estão brincando com o povo.

 

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