Justiça do Amazonas se pronuncia sobre pedido de urgência para desfazer manifestação no CMA

Manaus – AM: A Justiça do Amazonas se pronunciou sobre a ação popular apresentada pelo ativista Samuel Muca do Vale Pereira, que exigia que a manifestação realizada em frente ao Comando Militar da Amazônia (CMA), na Ponta Negra, fosse desfeita imediatamente.

No despacho, a juíza plantonista Etelvina Lobo Braga negou o pedido de urgência. No entanto, considerou que a ação popular siga o rito normal de processo.

“Não vislumbro urgência no pedido da medida, uma vez que inexiste a possibilidade de perecimento de direito durante o período de plantão. Ademais, a própria parte autora reconhece que o MPF [Ministério Público Federal] já vem adotando medidas para coibir o ato que a parte autora alega causar prejuízos”, diz um trecho do despacho.

Os manifestantes bolsonaristas estão acampados em frente ao CMA há quase duas semanas e pedem intervenção militar no país, já que não aceitam o resultado do segundo turno das eleições que trouxe Lula como campeão de votos à Presidência da República.

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