Por JG
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos e eterno protagonista de suas próprias ficções autoritárias, insiste em usar uma régua torta — suja de cloroquina e fake news — para medir o que ele chama de “liberdade de expressão”. No Brasil, essa régua serve como arma de chantagem: pressões econômicas e ameaças políticas ganham forma quando o Supremo Tribunal Federal ou qualquer autoridade judicial ousa contrariar sua visão distorcida da democracia.
Recentemente, Trump articulou o cancelamento de vistos de membros do Judiciário brasileiro e de seus familiares, alegando “violações à liberdade de expressão”. Irônico vindo de quem, nos EUA, fez exatamente o contrário: prendeu senador, expulsou jornalistas da Casa Branca e tentou calar veículos de imprensa inteiros. Liberdade para quem, Trump?
A hipocrisia é monumental. Elon Musk, um dos mais barulhentos apoiadores da extrema-direita global, que flertou com Trump em discursos e algoritmos, agora também prova do veneno: ameaçado, coagido e exposto ao ridículo quando resolve discordar minimamente do narcisismo trumpista.
A régua de Trump é seletiva, suja, manipuladora. Não serve à verdade, nem à liberdade. Serve apenas ao espetáculo grotesco de sua própria insanidade política. Não interessa aos brasileiros de raiz, que não se vendem por populismo enlatado nem por discursos inflamados de messias com o ego doente.
Trump, vá cuidar da sua insanidade. Mas faça isso bem longe da nossa soberania. Aqui, não temos barril de pólvora pra brincar — temos um povo que ainda resiste, apesar dos malucos que flertam com a tirania disfarçada de “liberdade”.
* Pano de fundo, fraude$ bilionárias no sistema financeiro internacional com informações previlegias de seus seleto grupos de financiadores






