Coluna do Jota Garcia

Relato de um pai de família constrangido pelo PMAM

Quero aqui expressar meu repudio, sobre um fato que ocorreu comigo hoje a tarde.

Peguei minha esposa no estágio agora pouco E resolvemos parar em uma loja de cosméticos.

Minha esposa estava a procura de uma base (maquiagem) fomos ao mutirão, depois ao shopping leste e em seguida entramos na LOJA SHOP DA MAQUIAGEM, que inaugurou recentemente na avenida Grande Circular bairro Tancredo Neves.

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Quando de repente apareceu uma viatura da PM, e os dois policiais desceram da viatura e entraram na loja e ficaram por ali, não demorou muito um dos policias veio na minha direção me abordando.

Um dos PMs perguntou se era eu, que estava com arma, então, disse a ele, não amigo, estou com a minha esposa, ela veio fazer umas compras.
Após me revistar dentro da loja, continuou por ali, então chamei minha esposa muito decepcionado com a situação (constrangido) e disse a ela que não íamos comprar mais nada naquele lugar.

Então, fiquei me perguntando:
Esse policial é um agente público ou um agente de segurança privado da loja?

Tenho 41 anos, sou pai de família, tenho esposa e três filhos, sou formado em jornalismo pela Faculdade Boas Novas, e nunca precisei roubar ou fazer qualquer ato ilícito.
Não entendi, não sei se eles estavam prestando serviços à população ou a esta loja de cosméticos.

Repito o nome da loja SHOP DA MAQUIAGEM. O MEU DESABAFO é uma forma protesto ao episódio …
Nunca me senti tão mal como me senti hoje!

Ninguém deve ser constrangido. Independente de qualquer situação que seja.

Edivan Farias,
PORTAL BLITZ AMAZONICO!
DRT 0001200 / AM